Zahar

Blog da editora

Não existe sexo frágil: homenagem da Zahar ao Dia Internacional da Mulher

08 de Março de 2013

No Dia Internacional da Mulher, preparamos em nossa página no Facebook uma homenagem especial, convidando os leitores a compartilhar ideias de algumas das grandes mulheres  de nossos livros.

Com apenas 15 anos, Anne Frank morreu em um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. O diário que manteve enquanto se refugiava da perseguição nazista foi publicado postumamente e hoje é considerado um importante registro do período.

Umas das mais importantes romancistas do século XIX, Jane Austen retratou com sensibilidade a sociedade da época. Na foto, a autora interpretada pela vencedora do Oscar Anne Hathaway no filme "Amor e inocência", de 2007.

Poucos sabem que, além de ter sido uma das mais belas atrizes de Hollywood, Audrey Hepburn foi vítima da Segunda Guerra Mundial e teve sua vida salva pelo envio de suprimentos pelas Nações Unidas. Em 1987 deu início ao trabalho humanitário como embaixatriz da UNICEF. Nascida na Bélgica, Audrey falava fluentemente cinco línguas, o que foi fundamental em suas missões filantrópicas pelo mundo.

"Soberana, capaz, esclarecida, soube construir uma frota, eliminar uma insurreição, controlar uma economia, aliviar a fome. Cleopatra se viu em um dos cruzamentos mais perigosos da história: mulheres e poder. Mulheres inteligentes eram consideradas perigosas". - trecho do livro "Cleópatra: uma biografia", de Stacy Schiff.

"Pois, senhor meu marido, eu não entendo a vida sem harmonia". Foi o que respondeu Chiquinha Gonzaga a seu primeiro marido, quando este lhe exigiu que escolhesse entre ele e a música - numa época em que o divórcio era tão condenado pela sociedade conservadora.

Parabéns a todas as mulheres que provam, todos os dias, que não existe sexo frágil.

Categorias: Notícias