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5 biografias de mulheres que você precisa conhecer

06 de Março de 2018

 1.  Maria Madalena

Quem realmente foi Maria Madalena? Essa é a pergunta que o historiador Michael Haag tenta responder em Maria Madalena, biografia que segue essa figura através dos séculos e que analisa a forma como ela tem sido reinterpretada em cada momento da história. 

O autor busca a verdadeira Maria Madalena no Novo Testamento e nos evangelhos gnósticos (textos apócrifos dos séculos II a IV), onde ela é exaltada como esposa e principal discípula de Cristo. Comparando com sensatez os dois evangelhos, ele investiga por que e de que maneira a Igreja católica preferiu representá-la como uma mulher pecadora, enquanto Maria, mãe de Jesus, foi simbolizada como a Virgem. De acordo com Haag:

"Maria Madalena é uma figura maior do que qualquer texto, maior que a Bíblia ou a Igreja; ela assumiu uma vida própria. Nos tempos medievais foi chamada de “a portadora da luz”, recordando o seu epíteto gnóstico de “herdeira de luz” em sua busca pela verdade. Ela é a mediadora do mistério divino e permaneceu uma figura poderosa e misteriosa desde então. "


O livro está em pré-venda e chega às livrarias em 15/3. Para comprá-lo clique aqui.

>> Leia um trecho

2.  Elizabeth I: uma biografia

Última monarca da dinastia Tudor e a maior governante da história da Inglaterra, Elizabeth I teve um reinado lendário que durou 45 anos. Elizabeth quebrou padrões de gênero e, ao recusar se casar, tornou-se a monarca mais poderosa de seu tempo. Escrito por Lisa Hilton, que alia prosa envolvente a rigor acadêmico, Elizabeth I: uma biografia, explora o legado da rainha e apresenta novos insights sobre o papel de Elizabeth na transição do mundo medieval para o moderno.

 

“Elizabeth não foi primordialmente uma mulher excepcional. Foi uma governante excepcional, e uma das maneiras pelas quais conquistou essa fama foi conceber a si mesma, como contou certa vez ao embaixador de Veneza, como o “príncipe de uma linhagem de príncipes”, mesmo que eles não fossem necessariamente do gênero masculino.” Lisa Hilton

3. Cleópatra: uma biografia

Cleópatra governou o Egito durante 22 anos e entrou para o imaginário coletivo como símbolo de poder e beleza. No auge de seu prestígio, controlou toda a costa oriental do Mediterrâneo, o último grande reino de qualquer soberano egípcio.

Escrita pela vencedora do Pulitzer Stacy Schiff, essa biografia traça um retrato surpreendente e muito humano de uma das figuras mais marcantes da história e de seu tempo.

 

“Soberana, capaz, esclarecida, soube construir uma frota, eliminar uma insurreição, controlar uma economia, aliviar a fome. Cleópatra se viu em um dos cruzamentos mais perigosos da história: mulheres e poder. Mulheres inteligentes eram consideradas perigosas.” Stacy Schiff

4.  Anne Frank

 

 

 

Anne Frank: a história do diário que comoveu o mundo  reconta a história de um dos maiores relatos pessoais do Holocausto. A crítica literária Francine Prose acompanha a trajetória do diário desde sua criação, no anexo secreto, até as polêmicas que cercam suas adaptações e sua autenticidade. No caminho, mostra que Anne Frank não era apenas uma adolescente registrando experiências de forma casual, mas sim uma escritora talentosa. Uma leitura reveladora e emocionante, que nos reaproxima de uma obra que ocupa um lugar afetivo na memória de muitos leitores.

 

5.  Maria Antonieta

Uma das rainhas mais revisitadas da história, Maria Antonieta de Habsburgo-Lorena era arquiduquesa de uma dinastia poderosa, e foi dada em casamento aos 14 anos para emendar relações diplomáticas entre dois inimigos históricos. Retratada muitas vezes como uma mulher frívola e sem maiores preocupações, Maria Antonieta tornou-se um mito e ícone da cultura francesa. Hoje, diversos historiadores reconhecem que Antonieta foi alvo de retratações injustas e exageradas ao longo do século.

 

 

No original Rainha da moda, a especialista em literatura francesa Caroline Weber adota um olhar diferente de qualquer outra biografia já publicada sobre a rainha francesa, e mostra como a moda foi ao mesmo tempo o meio de afirmação de Maria Antonieta e o caminho para seu trágico fim.

 

 

 

 

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